Paraíso verde,Deslumbre azul
Tormenta negra, Estrondos Murmurantes
Nuvens pretas, Ventos fortes
Uma lástima num planalto
Caminho por gramas altas
Nos meus passos,medito,para não cometer faltas
Enquanto as lágrimas celestiais banham meu rosto
Um falsete,me escapa,afim de alcançar seu gosto
Atravesso um riacho
Num pulo de pedra em pedra,relembro,uma infância
Desde que o vento leve minha ânsia
Não olharei para trás,jamais
Arrasto-me, para os covis da vida
Subindo uma montanha,perdido em suas entranhas
Sorrio,nessa viajem só de ida
Para que se arrepender,quando uma vez,só precisamos aprender
Cristais de melancolia e alegria
Nas cavernas de gritos em formas de livros
Folheio-os,procurando entender,o que uma vez foi vivo,e hoje é uma memória cristalizada em letras
Se esse for meu destino,pelo menos quero fazer bonito
Num planalto tumultuoso
Onde as nuvens reinam com seus shows de luzes
E a chuva,com ajuda do vento,me abençoa
Com mais vontade,e desejo,de chegar em casa
A minha verdade é bem simples
viver
do jeito que fui feito para ser
ao meu modo,de crer
no que realmente é,ou não é
nesse mundo onde o real,também é irreal
até parece que estou vivendo um drama surreal!
Ou que imagina fértil,um jovem usa para fortalecer sua moral.
Num planalto verde
Um dia
Encontrarei
o lugar
que chamarei
de
lar.
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