quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Geração Apática

Mas oque é isso?Já desistiram?
Do mesmo jeito que antigamente
Grandes cidade se inclinavam a inerte destruição
Pessoas se dão ao luxo da mente desistente

Um amigo já me disse pra não cair em depressão
Enquanto eu procurava minha própria direção
O que posso fazer,pra não sofrer condenação?
Como posso dizer,que meu amor não é armação?

Só quero ser quem sou
Sem ter que fingir
Ou fugir

Mas é a noite que acontece o limiar
Geração Apática,Nada prática
Crisálidas a beira de seu despertar
Estendo minha mão,para qualquer um que estiver disposto a tentar

A enfrentar as ondas da vida
Imensas,do tamanho da nossa vontade
Derrubando,e quebrando,qualquer objeto fraco,esmagando quem não aceita a verdade
Amadurecimento vem com a idade

Mas acredito que ainda vou ficar bem
Sozinho ou não,caindo ou subindo
Flutuo no mar tempestuoso da minha jornada
Sem reclamar,sem parar de acreditar,não vou parar de tentar

Fé na vida,Fé em Deus
É só isso que quero ter
Dentro do meu ser
e terminar ajudando,quem vier a me conhecer

Numa Geração Apática em que vim a nascer
Onde religiões distorcidas me apresentaram para crer
E uma esperança quase cheguei a não ter
Mas no meio disso tudo,acabei encontrando a luz do meu ser


A saída do sofrimento
é a própria razão dele
a vida não é para ser aceita,muito menos entendida
mas para ser observada,e aproveitada.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Pensadores

Vou Contar
Que já me vi a desejar
Uma história,um sonho a se realizar
Pois da minha vida solitária,são de morros e ladeiras que venho a despencar

Ah!Tantas cidades que cheguei a amar
Mas fui me lembrar
Logo daquela,que te conheci a morar
Da terra que faz meu coração disparar!

São doces,as memórias de um antigo amor,
uma paixão,que me livrou já muito da dor
De todas controvérsias cotidianas ao seu maior esplendor
E também,claro das besteiras sortidas que a vida sempre tem que compor

Com treinos mentais
Vou conhecendo mais ainda as faculdades estatais
Que impõe a tal da justiça xadrez,
Que engana,e te faz achar que tem vez

Apesar da minha rebeldia,Minha luta e logia,
A vitória não será minha,mas dos filhos dos meus filhos talvez
Não é uma causa perdida,apenas uma vista não entendida
São os estreitos,os caminhos das leis

Hm,Me vejo a acreditar
Agora nesse final de trecho
Na vida,nas pessoas,e em idéias
Que um conto de fadas pode trazer

Um Amor,
Dois Amores,
Três Amores,
No que seu coração acreditar,você pode alcançar.

Leia as Placas

Aos poucos vou parando
Não sei o que é isso me puxando
Talvez uma pancada me derrubando
Ou uma mão me levantando

Num céu turvo
As estrelas brilham foscas
Mas que destino curvo!
Das ondas que me tiram as forças

E se eu for ao topo,
e não conseguir voltar?
Dessa vida,só tenho meu coração oco
Que talvez tenha espaço para amar

Da Areia,para a primeira página
Dos cinco,quatro caminharam
Ao fundo pensei em chegar
Espera,estou a me afogar?

Agora,não consigo parar de pensar
Que voltei para a estaca-zero,no meio do mar
Todo um poderio derrubado por uma simples onda
Um simples quadro natural,de aparência longa

Este momento me renderia um belo poema
Isso se eu pudesse escrever..
Ah doce vida bohemia!
Que me ensinou que com os olhos,eu devo ver

Mas oque tem para ver aqui em baixo?
é tudo escuro,só enxergo as bolhas da minha vida
Subindo como um riacho
acho que cheguei aqui só com um ticket de ida

Sem sirenes,Sem choros
Apenas o silêncio ocioso
De um grande titã azul
Que me tirou a vida por um descuido glorioso.