quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Rotina

Me chame de mentiroso
De duque,ou de um tolo
Mas me cante uma canção de prosperidade
Assim te dou minha sinceridade

Eu tive um pesadelo
Sozinho eu permaneceria
E ninguém me salvaria
Numa casa solitária num vale eu viveria

Começo a acreditar que é verdade
Pois continuo numa canoa de solidão
Será que vai ser sempre assim com meu coração?
Não consigo enxergar o contrário

È dificil me lembrar
quando você me mostrou seu afeto
tudo que estava escuro se perdeu
e eu me sentia quente,em casa

Como uma estrela que brilha
Minha solidão vai se tornando uma ilha
E você se torna o barco de saída
que sempre me resgata na hora certa

Eu queria não gostar
seria tão mais fácil
Mas meu amar,contigo sempre vai estar
Se você não o quiser,eu só tenho a lamentar
Pois no final é a consciência sozinha que me entende
È ela que fica comigo quando sua falta me atende

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